
Surgiu alguém com a cara-de-pau para defender a “bispa” Sônia e o “apóstolo” Estevam. Trata-se de Walter Filho (foto), presidente de uma entidade desconhecida, o CFT (Conselho Federal de Teólogos), que diz representar, pasme, 735 mil líderes religiosos no Brasil.
Em defesa da Renascer, Filho assina uma nota oficial do tal de CFT criticando a legislação brasileira porque ela não prevê critérios para a fixação do “pró-labore” de líder religioso.
Afirma:
(...) qualquer retirada financeira do caixa da instituição condena os líderes a sofrer vexames, fato que está ocorrendo com a Igreja Apostólica Renascer em Cristo.
Outro trecho da nota:
Com a atual Constituição da República, uma igreja ou organização religiosa está impossibilitada de, por exemplo, enviar contribuições financeiras para missionários no exterior, pois desta forma, está cometendo crime de evasão de divisas e, mesmo sem lei, estaria, absurdamente, crime de evasão fiscal.
O que Walter Filho não diz é que os donos da Renascer respondem a mais de uma centena de processos sobre lavagem de dinheiro e sonegação de impostos de empresas fantasmas Não se trata, porém, apenas de uma “retirada financeira do caixa” da igreja.
Ao desembarcarem nos Estados Unidos, a Sônia e o Estevam, que pregam que a mentira é coisa do diabo, foram presos porque mentiram que tinham consigo apenas 10 mil dólares, omitindo os 56 mil dólares escondidos na bagagem, até dentro de Bíblia.
Walter Filho perdeu uma excelente oportunidade de ficar de boca fechada.
> Íntegra da nota.
xxx
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