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Mãe só foi fotografada de costas |
“Peço perdão às mães das vítimas. Jamais imaginei que meu filho pudesse fazer uma coisa dessas. Eu também perdi o meu filho.”
Foi o que disse na manhã desta segunda (13) em rápida entrevista à imprensa a mãe (foto) de D.F., 16, chamado de Maníaco da Cruz -- ele confessou ter assassinado três pessoas para livrá-las do pecado, deixando os corpos em forma de cruz (braços abertos e pés juntos) para que a salvação viesse logo.
A mãe do adolescente pediu que o nome e foto do rosto dela não sejam publicados. Ela é coordenadora de uma escola em Rio Brilhante, cidade de 27 mil habitantes do Mato Grosso do Sul onde ocorreram os crimes.
Em depoimento de 2h30min a Maria de Lourdes Cano, delegada da Infância e Juventude, ela negou que tivesse suspeitado que D.F. fosse o criminoso, conforme relato do Campo Grande News.
Na versão da polícia, o rapaz teria dito que sua mãe ficou desconfiada dele dias depois de ter sido achado em 24 de julho o corpo da primeira vítima, o pedreiro Catalino Gardena, 30.
A mãe disse que os crimes eram comentados em sua casa e que chegou a pedir ao filho que não saísse à noite, para não correr risco. O rapaz teria respondido: “Saio, sim, não tem nada a ver”.
Falou que chegou a perguntar a D.F. por que tinha um pôster do Maníaco do Parque no quarto e ele teria dito que se tratava apenas de “uma foto”.
De acordo com a polícia, D.F. disse que Francisco de Assis Pereira -- o Maníaco do Parque, que em 1998 matou em São Paulo pelo menos sete mulheres -- era o seu ídolo e que pretendia superá-lo em número de assassinatos.
“Deixei a foto lá para respeitar o espaço dele [do filho]”, disse ela.
Falou que o filho é “um menino querido” que conversa muito e que nunca demonstrou agressão. Informou que o rapaz, quando mais novo, freqüentava a igreja e que fez a primeira comunhão. Admitiu que ultimamente ele “não acreditava muito em Deus”.
O perfil que polícia levantou do suspeito é bem diferente daquele dito pela mãe. Para a delegada Maria de Lourdes, o adolescente é frio, calculista e que não se arrepende dos crimes que confessou.
O próprio rapaz disse em entrevista que faria tudo de novo e que, depois do primeiro assassinato, “tomou gosto de matar”. Ele teria dito à polícia que tinha vontade de matar desde os 11 anos.
A mãe acredita que o filho foi “influenciado”, mas não sabe por quem. Falou que as fotos [uma delas ao lado] postadas no Orkut nas quais D.F. aparece simulando rituais macabros, com roupas fúnebres, não saíram só da cabeça dele.
O rapaz teria revelado à polícia que contou para três de seus amigos sobre as mortes e que eles não acreditaram. Amanhã, 14, a polícia vai ouvir esses jovens.
A convicção da polícia é de que D.F. agiu sozinho, embora parte da população de Rio Brilhante tema a existência de co-autores dos crimes.
A mãe, o padrasto, os dois irmãos e uma tia do adolescente tiveram de sair da cidade depois que sofreram ameaças. A casa deles chegou a ser cercada por cerca de 300 pessoas que pretendiam queimá-la, embora D.F. já estivesse preso em Campo Grande, capital do Estado.
Na cidade, vizinhos e funcionários da escola afirmam que a mãe do rapaz é "boa pessoa", mas na internet ela vem sendo criticada por não saber o que o filho vinha fazendo. “Ela mima um menino”, comenta leitor deste blog.
Sobre o padrasto, ninguém fala.
Até o começo da noite de hoje, não se sabia se a família de D.F. tinha contratado um advogado para defendê-lo.
Estava previsto para a tarde o depoimento de uma jovem de nome Carla. Ela teria sido poupada pelo rapaz por ter sido considerada 'pura'.
A polícia promete divulgar até o final da semana o laudo de exame psiquiátrico do rapaz.
O rapaz teria revelado à polícia que contou para três de seus amigos sobre as mortes e que eles não acreditaram. Amanhã, 14, a polícia vai ouvir esses jovens.
A convicção da polícia é de que D.F. agiu sozinho, embora parte da população de Rio Brilhante tema a existência de co-autores dos crimes.
A mãe, o padrasto, os dois irmãos e uma tia do adolescente tiveram de sair da cidade depois que sofreram ameaças. A casa deles chegou a ser cercada por cerca de 300 pessoas que pretendiam queimá-la, embora D.F. já estivesse preso em Campo Grande, capital do Estado.
Na cidade, vizinhos e funcionários da escola afirmam que a mãe do rapaz é "boa pessoa", mas na internet ela vem sendo criticada por não saber o que o filho vinha fazendo. “Ela mima um menino”, comenta leitor deste blog.
Sobre o padrasto, ninguém fala.
Até o começo da noite de hoje, não se sabia se a família de D.F. tinha contratado um advogado para defendê-lo.
Estava previsto para a tarde o depoimento de uma jovem de nome Carla. Ela teria sido poupada pelo rapaz por ter sido considerada 'pura'.
A polícia promete divulgar até o final da semana o laudo de exame psiquiátrico do rapaz.
Comentários
Essa mulher ve o retrato de um psicopata no quarto do filho, e não se liga que ele é um doente mental??
Onde vamos parar?
O pior é que pelo o que parece não existe nenhum pingo de bndade neste rapaz.
Sem sombras de dúvidas ele é concerteza um maniaco frio, cauculista e DOENTE.Talvez o caso dele seja de internção, apesar que eu nunca soube que maldade tem cura ou seja pessoas como ele não se curam jamais.
Que Deus tenha pena da alma deste jovem e pode ter certeza UMA ALMA TÃO RUIM E MALDOSA COMO ESSA ACHO QUE NEM O DIABO QUER NO INFERNO....
entao pq vcs divugao o orkut e as fotos da vitimas dele??
E como se ninguem nunca tivece visto em algum lugar de rio brilhante esse loco ae...
aqui è pequeno nao tem como vc nao conhecer as pessoas ...
se vcs nao vão divugar quem è ele eu tbm axu errado tem divugado quem eram as vitimas.
Näo é o rosto, nem nome do maníaco que a mäe näo quer que seja mostrado...
Mas sim, o rosto da própria (o da mäe).
Entendes?
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