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Jovem deixou os corpos em forma de cruz |
Havia um assassino em série solto na cidade, o Maníaco da Cruz, como ficou conhecido. O polícia descobriu que se tratava de um adolescente de fala mansa e de jeito tranquilo. Um estudante que trabalhava para ajudar a família.
Em junho deste ano, o juiz Jorge Tabash Kuramuto, da Vara da Infância e Juventude de Rio Brilhante, sentenciou D.F., agora com 17 anos, a nove anos de prisão, ou seja, três anos para cada um dos três assassinatos que o jovem cometeu. Mas antes que complete o total da pena, D.F. terá de solto ao fazer 21 anos, de acordo com o que estabelece o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente).
A sentença só foi divulgada agora porque o processo criminal corre em segredo de justiça. O adolescente está em uma unidade de tratamento de menores infratores em Ponta Porã.
Quando foi preso, D.F. confessou os crimes, mas argumentou que só escolheu pessoas ‘impuras’. Explicou que deixava os corpos em cruz para que as almas das vítimas obtivessem logo a salvação.
O servente de pedreiro Catalino Gardena, 30, foi a primeira vítima – ele foi morto por asfixia pelo maníaco porque era alcoólatra e homossexual.
A segunda vítima foi Letícia Neves de Oliveira, 22. Também foi enforcada. Morreu porque era lésbica, disse o maníaco. Ela vivia com outra mulher.
Uma adolescente de 13 anos foi a terceira vítima. Ela foi condenada por D.F. por ser uma suposta consumidora de drogas.
> Fotos dos corpos deixados em cruz.
D.F. saía à rua e, aleatoriamente, submetia pessoas a uma espécie de entrevista. Quem, nas respostas, revelasse ser ‘impuro’, recebia a sentença de morte. Uma das entrevistadas, uma garota, foi poupada. Carla, 17, além de ter sido considera pura, contou com a vantagem de parecer com a namorada (de internet) de D.F. “Durante todo o momento achei que não sairia viva”, disse ela.
D.F. pretendia continua a sua matança porque estava decidido a, segundo ele, livrar o mundo de pecadores. No quarto dele, a polícia encontrou uma foto de Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, que na década de 90 matou seis mulheres no Parque do Estado, na zona sul de São Paulo.
O adolescente disse que Pereira era o seu ídolo e que pretendia superá-lo em pouco tempo em número de assassinatos.
Na época de sua prisão, ele disse à polícia que não se arrependia de nada e admitiu: “Peguei o gosto de matar”.
Com informação da imprensa da região.
> Caso do Maníaco da Cruz.
Comentários
Solta o maníaco, para ele fazer mais estragos!
E viva o Brasilzäooooooooooooo!!
os juiz não pensão nas pessoas que morrem !!!
mais eu querea falar um pouco da injustiça do brasil que deixa uma asssanino nas rua esta e a justiça do brasil !!!
Parabens justiça solta ele.
Com certeza ele vai mudar,mais vai mudar pro lugar errado ele tinha é que mudar é pra cadeia.
Manda ele vim aqui pro flórida2 vamo v c ele é isso tudo msm.
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