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Covardia lembra açoites da época da escravidão |
O jardineiro Geraldo Garcia, 55, estava indo hoje às 6h de bicicleta para o trabalho quando foi surrado por três jovens que lhe abordaram de carro, um Fox preto.
“Toma, nego!”, gritaram ao bater em Garcia com o tapete de borracha enrolado do carro. Quando o auxiliar caiu, eles vibraram, de acordo com relato de testemunhas à imprensa da região. O jardineiro ficou com ferimento nas costas.
Juíza condena estudantes de bateram em negro
dezembro de 2010
Os acusados da agressão são Abraão Afini Júnior, 19, Emílio Pechulo Éderso, 20, e Felipe Grion Trevisani, 21.
Os três são estudantes de medicina da Faculdade de Barão de Mauá, em Ribeiro Preto, cidade do interior paulista de 564 mil habitantes que fica a 313 km da capital.
A polícia prendeu os três em flagrante por lesão corporal e racismo.
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Garcia apanhou
por ser negro
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Os estudantes foram encaminhados para a cadeia de Santa Rosa de Viterbo, uma cidade vizinha. Crime de racismo é inafiançável.
Hélio Rocha, advogado dos jovens, disse que neste final de semana apresentaria ao juiz de plantão um pedido de habeas corpus para que seus clientes respondam em liberdade a acusação.
Ele argumentou que os estudantes não têm antecedentes criminais.
SOLTOS – atualização em 14/12/2009
O juiz Ricardo Braga Monte Serrat concedeu ontem à noite liberdade aos três estudantes, após o pagamento de uma fiança de R$ 5.580 para cada um deles.
No entendimento de Serrat, houve crime de injúria qualificada, pela conotação racista, e não crime de racismo.
Santiago afirmou que ficou triste ao saber que os jovens tinham sido soltos, informa a Folha. “Quer dizer que a lei só existe no papel? Só porque eles têm dinheiro não ficam presos?”
Os estudantes ficaram só 12 horas presos.
LIMINAR- atualização em 7/02/2010
A escola expulsou os estudantes na semana passada, mas na sexta (5) eles conseguiram liminar que lhes garante a volta às aulas até o término do curso.
Não pode haver médicos racistas, sexistas ou violentos
janeiro de 2010
Casos de racismo.
Comentários
Vale lembrar que racismo é um crime inafiançável no Brasil e a pena pode chegar a até 3 anos de prisão.
Na realidade, duvido que aconteça muita coisa com esses jovens, acredito que por cursarem medicina em faculdade particular, devem ser de classe média-alta, então...
Agora é esperar pra ver o que vai acontecer.
" Criar seres humanos sem contato com a diversidade humana"
impressionante...
Ou seräo como esses médicos sem escrupulos e psicopatas como esse ginicologista.
Médico trabalha ,para salvar vidas ,curar ou amenizar doencas.
só aqui mesmo,como pode alguem que está estudando pra ser médico ser preconceituoso dessa forma?
Se chegasse um negro ao consutorio deles,eles concerteza iam tratar diferente,passar um remedio errado sei lá.
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