
O arcebispo dom Dadeus Grings (foto), 73, de Porto Alegre (RS), tentou minimizar as denúncias sobre padres pedófilos com a afirmação polêmica de que entre médicos, professores e empresários há mais abuso sexual de crianças e adolescentes do que entre sacerdotes.
“A sociedade é pedófila, esse é o problema, e as pessoas facilmente caem nisso”, disse Grings ontem, que foi o primeiro dia da 48ª Assembleia Geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que discute a pedofilia, entre outros assuntos.
O arcebispo afirmou que, dos casos de pedofilia, a Igreja Católica tem 0,2% de culpa, e os outros 99,8% obtêm pouco destaque na imprensa. Ele acredita que existe uma campanha da imprensa para desacreditar a igreja pelo fato dela promover a castidade, hoje inadmissível pela sociedade.
Disse temer que os pedófilos consigam espaço para defender seus “direitos”, a exemplo do que houve com os homossexuais.
“Antigamente não se falava em homossexual. E era discriminado. Quando começa a (dizer) que eles têm direitos, direitos de se manifestar publicamente, daqui a pouco vão achar os direitos dos pedófilos.”
Em meados de abril, o secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone, já tinha provocado uma polêmica ao afirmar que a pedofilia entre os sacerdotes não se deve ao celibato, mas à homossexualidade.
Houve protesto do movimento gay e o Vaticano desautorizou a afirmação de Bertone, embora ele seja o segundo na hierarquia da igreja, só abaixo do papa.
Com informação da Agência Brasil e Globo.
> Adolescente é espontaneamente homossexual, diz dom Grings.
maio de 2010
> Casos de padre pedófilos.
Comentários
Pedir desculpas não adianta em nada. Ações resultam em alguma coisa. Cadê as ações?
CADÊ?
1974: Padre Charbonneau: “O homossexual é um indivíduo doente, que precisa de tratamento psicológico e psicanálise para se corrigir, não é um vício mas uma doença.”
1997: D.Edvaldo Amaral, Arcebispo de Maceió: “A união de homossexuais é uma aberração. Sem querer ofender os homossexuais, o homossexualismo é uma ofensa ao corpo e a alma onde mora o Espírito Santo. Esta é a opinião de Deus e da Igreja”
1997: D. Eugênio Salles, Cardeal do Rio de Janeiro: “Os homossexuais têm anomalia e a Igreja é contra e será sempre contra o homossexualismo. Se todos os fiéis são obrigados a se posicionarem contra o reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos têm o dever moral de manifestar clara e publicamente seu desacordo e votar contra”
1998: D. Silvestre, Arcebispo de Vitória, “Homossexualismo é doença”
2000: D. Estêvão Bittencourt, beneditino do Rio de Janeiro: “O homossexualismo é contra a lei de Deus e contra a natureza humana. Mãe lésbica deveria perder o direito de educar o seu filho. A justiça não deve dar a guarda da criança (Chicão) a uma mãe lésbica (Eugênia, mulher de Cássia Eller).”
2000: D. José Antônio Aparecido Tosi, Arcebispo de Fortaleza; “O homossexualismo é um defeito da natureza humana comparável à cleptomania, ao homicídio e à irascibilidade”
D. José só usou a palavra errada, agora sim tá correto.
Lutarei pelos meus direitos de sodomizar criancinhas agora...
A Igreja condena o homossexualismo para o público externo e incentiva a sua prática internamente ao mostrar filmes com a temática gay nos seminários católicos de acordo com o testemunho do ex-seminarista Francisco José Gomes Filho, de Minas Gerais,
http://www.otempo.com.br/supernoticia/?IdEdicao=996
técnicos desportistas, fotógrafos, jornalistas, educadores físicos, estilistas, cineastas, cinegrafistas, escritores, viajantes, antiquários, diretores de teatro, produtores de moda, editores de revistas, e, mais especificamente no nordeste, locutores, radialistas e políticos seus amigos, geralmente vereadores. Sem contar toda a patota de conselhos tutelares, promotores, educadores, monitores, protetores da infância e juventude. Portanto, olho vivo!!!
A Igreja até o renascimento tinha um sistema mais ou menos parecido com o de hoje, quanto a permissividade sexual. Lutero, inapto para o sexo como todo carola, beato, tornou-se invejoso e ressentido por não participar das orgias vaticanas, da suruba papal. Rebelou-se, e a reforma fez emergir o que havia de mais podre em termos de falso-moralismo e puritanismo; a igreja recrudesceu , para não perder o novo mercado de ordem reacionária, a mesma que vemos hoje, superficial, vazia, só na esfera sexual. Todos os canalhas protestantes de plantão aderiram ao puritanismo calvinista, anglicano, mas na origem estava o adultério, a inveja do ouro de roma vaticana e imperial. O romanismo papista reagiu com a contra reforma e o malsinado concilio de Trento que enviaram para o Brasil padres pedofilos, neuroticos sexuais e pervertidos...Assim como o Instituto das Seitas e o Instituto Missionário financiados pelo governo norte-americano, mandaram pra cá desde o início do seculo XX os pregadores pentecostais e na ditadura dos 70 os neopentecostais. Tudo para deixar as massas alienadas, despolitizadas, preocupadas com virtude sexual e outras ilusões metafísicas, como as que vemos pontear o imaginário e nortear a (in)consciência desses comentadores religiosos ou ateus, que por aqui vemos opinar.
A porca torceu o rabo, e o feitiço virou contra o feiticeiro...
...eeeee cambada dos inferno!!!
A Justiça de Minas Gerais condenou o Google Brasil a pagar indenização de R$ 15 mil a um padre por acusações de pedofilia publicadas por um usuário do Orkut. “Padre J. R.: o farsante, o namorado da sacristã, o pedófilo, roubo e sexo na igreja, o ladrão que tem amante”, dizia o texto divulgado em uma comunidade do site de relacionamentos. O Tribunal não divulgou o nome do padre.
http://www.bastapedofilia.com.br/
Postado no dia 19 abril 2010.
Lei nº /2012 (Estabelece obrigatoriedade de avaliação psicológica trimestral para as funções que envolvam trabalho com crianças e adolescentes.)
Art.1º Esta Lei se aplica aos profissinais, ativistas e voluntários que atuam, em âmbito público ou privado, em trabalhos de caráter rotineiro com crianças e adolescentes.
§ 1º Aplicam-se a esta Lei as definções de criança, adolescente e outras estabelecidas no Estatuto da Criança e do Adolescente.
§ 2º Os Profissionais, Ativistas e Voluntários, mencionados no caput, serão denominados Técnicos da Infância e Juventude (TIJ).
§ 3º O Caráter rotineiro, referido no caput, abrange qualquer tipo de prestação de serviço que resulte em encontros reais ou virtuais com menores:
I - por uma ou mais vezes por semana;
II - por três ou mais vezes por mês;
III - por dez ou mais vezes por ano.
Art. 2º As atividades, de que trata o Art.1º desta Lei, não poderão ser desenvolvidas sem o planejamento e a direção de pessoa(s) qualificada(s) maiores de idade.
Art. 3º Os Conselhos Federal e Regionais de Psicologia desenvolverão normas e roteiros para avaliação dos TIJ, trimestralmente, visando detetar elementos psicológicos que envolvam:
I - pedofilia;
II - violência e
III - estresse.
Art. 4º O Psicólogo responsável pela avaliação psicológica de TIJ (AP-TIJ) emitirá laudo sugerindo permanência ou suspensão dele(a) nas atividades de que trata esta Lei.
§ 1º A decisão final quanto ao sugerido no laudo de avaliação do TIJ cabe ao empregador, órgão ou organização responsável pela atividade rotineira com crianças e adolescentes.
§ 2º Caso o TIJ não esteja associado a empregador, órgão ou organização com poder hierárquico e/ou disciplinar sobre ele, deve se afastar imediatamente da atividade com crianças e adolescentes.
Art.5º Comprovada a ocorrência de crimes ou contravenções contra crianças ou adolescentes, tendo o TIJ já sido anteriormente contra-indicado em laudo de AP-TIJ, a pena será aumentada de um terço e a multa de 2 a 5 salários mínimos será obrigatória.
Art 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se todas as normas que lhe contraríem.
DILMA ROUSSEF
Gostaria que membros da igreja católica verificassem minhas estimativas. Obtive dados da Internet. Talvez, os católicos tenham fontes mais confiáveis. A outra coisa interessante é que a igreja católica estabelecesse que padre não pode ver uma criança sem a presença dos pais, como é comum entre os médicos. Talvez, pudessem proibir pessoas com menos de 18 anos de frequentar a igreja. Um famoso biólogo disse que o terror que os padres infundem na mente das crianças é pior do que o abuso sexual. Proibir a igreja para menores de 18 anos evitaria que as crianças ouvissem histórias de inferno e punição em idade em que são impressionáveis.
https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/07/140713_papa_pedofilia_mdb
Claro que a notícia foi colocada em dúvidas, pois o jornalista não tinha um gravador. Contudo, não me lembro de ter lido que o papa desmentiu a notícia.
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