Patrícia Lellis está indignada com a defesa pelo pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da proibição de aborto por vítima de estupro.
Desde meados de 2016, a estudante de jornalismo afirma ter sido vítima de tentativa de estupro pelo deputado.
Ele nega e diz que a vítima é ele, por ter sido sofrido chantagem pela estudante.
O caso se encontra no STF (Supremo Tribunal Federal) porque Feliciano desfruta de foro privilegiado.
No dia 11 de novembro de 2017, com o print de uma postagem de Feliciano [ver abaixo], Lellis escreveu no Twitter que foi estuprada pelo pastor.
"Essa é a postagem do homem/pastor/deputado que me ESTUPROU. Essa é a postagem do abusador que tentou me silenciar, me acusando de ter pego dinheiro em troca de silêncio, e NADA CONSEGUIU PROVAR. Esse é o post do ABUSADOR que AINDA RESPONDE no STF por ter me ESTUPRADO!”.
Com informação do Twitter e de outras fontes.
Acusado de tentativa de estupro, Feliciano perdoa suposta vítima
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por Marcelo Semer para o Terra Magazine Dogmas religiosos não estão sob o escrutínio popular No afã de defender Marco Feliciano das críticas recebidas por amplos setores da sociedade, o blogueiro de Veja, Reinaldo Azevedo, disse que era puro preconceito o fato de ele ser constantemente chamado de pastor. Infelizmente não é. Pastor Marco Feliciano é o nome regimental do deputado, como está inscrito na Câmara e com o qual disputou as últimas eleições. Há vários casos de candidatos que acrescentam a sua profissão como forma de maior identificação com o eleitorado, como o Professor Luizinho ou ainda a Juíza Denise Frossard. Marco Feliciano não está na mesma situação –sua evocação é um claro chamado para o ingresso da religião na política, que arrepia a quem quer que ainda guarde a esperança de manter intacta a noção de estado laico. A religião pode até ser um veículo para a celebração do bem comum, mas seu espaço é nitidamente diverso. Na democracia, ...
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