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Portugal prende pastores brasileiros que mantinham imigrantes ilegais em condições precárias

Os brasileiros em situação
 ilegal tinham de pagar aos
 pastores aluguel de R$ 1.358

O SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) de Portugal prendeu três pastores brasileiros sob a acusação de tráfico de pessoas e auxílio à imigração ilegal.

Os pastores atraíam cidadãos no Brasil com a promessa de trabalho e legalização da situação migratória no país europeu.

Em uma operação com cinco mandados de busca realizada na Grande Lisboa, os agentes do SEF encontraram 30 brasileiros alojados pelos pastores nos locais em condições precárias e onde também havia cultos.

O SEF não revelou o nome dos pastores nem o de suas igrejas.



Segundo a rede de TV portuguesa RTP, os brasileiros, em sua maioria em situação ilegal no país, tinham de pagar aluguel de até 300 euros (R$ 1.358) para viver nestes locais, além de contribuir com 10% de sua renda mensal para a igreja.

O salário mínimo em Portugal é, atualmente, de 635,31 euros (R$ 2.875).

O esquema foi descoberto após denúncia anônima de um cidadão estrangeiro — nos alojamentos, havia também crianças.

Edite Fonseca Fernandes, inspetora do SEF, afirmou à RTP que os três pastores também são suspeitos de obrigar os imigrantes a trabalharem para a igreja sem remuneração, além de os "enganarem, fazendo-as acreditar que estão tratando de sua situação documental, coisa que de fato não acontece".

Com informação da BBC News e de outras fontes.





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