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O projeto é de autoria de Luciano Julião (PL), presidente da Câmara. Ele argumenta que “está faltando muito Deus na sociedade" e que, por isso, “Deus tem prioridade” naquela casa legislativa |
O prefeito Coronel Fábio Cândido (PL) adiantou que sancionará a lei.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) manifestou-se contra o projeto, e espera-se que o Ministério Público entre com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) na Justiça.
Em diversos casos semelhantes, a Justiça tem derrubado leis de caráter teocrático.
Apesar disso, os vereadores de Rio Preto ignoraram essa jurisprudência, o que sugere que o projeto do pai-nosso seja uma afronta à Justiça, em uma estratégia para que, com o tempo, as escolas estejam sob a influência dos interesses religiosos.
O noticiário mostra que vereadores de diferentes regiões do país parecem ter como objetivo transformar escolas em templos.
> Com informações da Câmara Municipal de São José do Rio Preto"
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