A Basílica do Rosário do Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, França, e o Santuário de Fátima, em Portugal, estão escondendo os mosaicos do ex-padre jesuíta e artista Marko Rupnik, 70, que está sendo acusado de abusar sexualmente de mulheres, freiras entre elas.
Confrontado recentemente por uma jornalista, Rupnik se nega a falar das acusações. Ele foi expulso da Companha de Jesus em junho de 2023.
Em 2024, os Cavaleiros de Colombo, uma ordem de leigos com 1,9 milhão em vários países, como Estados Unidos, Canadá e México, cobriu os mosaicos de Rupnik em suas duas capelas do Santuário Nacional de São João Paulo II em Washington D.C.
As vítimas estão pressionando a Igreja Católica a remover os mosaicos do Rupnik de igrejas de vários países, o que deixa o Santuário de Nossa Senhora da Aparecida em situação constrangedora porque sua decisão até agora é de não remover os mosaicos das fachadas Norte e Sul de sua Basílica. Há planos para a instalação das obras do ex-padre em duas outras fachadas.
Para as vítimas, não há como separar as obras de Rupnik de seu comportamento abusivo. A ex-freira Glória Branciani contou que o então padre a convenceu a fazer sexo a três, com a participação de outra freira, porque tal ato era a “representação máxima da Santíssima Trindade”.
O bispo de Lourdes, dom Jean-Marc Micas, informou que painéis de alumínio estão sendo afixados nas portas laterais e centrais da Basílica do Rosário, encobrindo as obras de Rupnik. A intenção dele é remover definitivamente os mosaicos.
A Basílica do Rosário do Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, França, e o Santuário de Fátima, em Portugal, estão “escondendo” os mosaicos do ex-padre jesuíta e artista Marko Rupnik, 70, que está sendo acusado de abusar sexualmente de mulheres, freiras entre elas.
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Painéis de alumínio vão cobrir as portas laterais e centrais da Basílica de Rosário |
Em 2024, os Cavaleiros de Colombo, uma ordem de leigos com 1,9 milhão em vários países, como Estados Unidos, Canadá e México, cobriu os mosaicos de Rupnik em suas duas capelas do Santuário Nacional de São João Paulo II em Washington D.C.
As vítimas estão pressionando a Igreja Católica a remover os mosaicos do Rupnik de igrejas de vários países, o que deixa o Santuário de Nossa Senhora da Aparecida em situação constrangedora porque sua decisão até agora é de não remover os mosaicos das fachadas Norte e Sul de sua Basílica. Há planos para a instalação das obras do ex-padre em duas outras fachadas.
Para as vítimas, não há como separar as obras de Rupnik de seu comportamento abusivo. A ex-freira Glória Branciani contou que o então padre a convenceu a fazer sexo a três, com a participação de outra freira, porque tal ato era a “representação máxima da Santíssima Trindade”.
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Encontra-se em Aparecida o maior mosaico de Rupnik, com quatro mil metros quadrados em pedras coloridas do Brasil, França, Itália, Grécia e Afeganistão, com figuras do Êxodo |
O bispo de Lourdes, dom Jean-Marc Micas, informou que painéis de alumínio estão sendo afixados nas portas laterais e centrais da Basílica do Rosário, encobrindo as obras de Rupnik. A intenção dele é remover definitivamente os mosaicos.
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